The NRI: What do I think about this index from a social perspective?

Last month the World Economic Forum launched “The Global Information Technology Report 2013: Growth and Jobs in a Hyperconnected World“[1], which presents the result of an annual study that measures the World’s Networked Readiness Index (NRI). This Index, as stated by the editors, measures the degree to which economies across the world leverage ICT for enhanced competitiveness, helping policymakers and relevant stakeholders to track their economies’ strengths and weaknesses as well as their progress over time. Moreover, to accompany the continuous evolution ICTs have, both 2012 and 2013 NRI, are the result of a review process which not only adapted some of the variables considered but also included two Impact Subindexes, in this way, trying to become a more appropriate tool for the next decade. [2]

It is interesting to follow up the reactions of these kind of reports. Last year’s report, was the first to show the results of the new framework used for the ranking. Searching online, it Sigue leyendo

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Frustración como motivación: Conversando sobre Cultura Digital en Brasil

Salir de nuestra zona de confort, da miedo. Estamos tan acostumbrados a nuestras rutinas y hábitos, o pensamos que estamos en un momento tan bueno en nuestras vidas, que cualquier cosa que amenace o nos desafíe a cambiar cualquiera de nuestras actividades nos exponen a lo desconocido, lo que podría ser para bien o para mal . Esto es aún más difícil, si el cambio implica no solo un cambio de actividad, sino un cambio de paradigma, es decir, una transformación en la forma de pensar y entender las cosas.

Me parece que este fue el sentimiento que se destacó durante los debates que tuvieron lugar en la Segunda Semana de la Cultura Digital* en Campinas. El tema de la semana de este año fue: “Puede el Internet subvertir el orden?”, lo que llevó a cada uno de los participantes a reflexionar sobre nuestro orden actual y qué cambios, si los hay, el Internet está causando. La mayoría de los participantes coincidieron en que SÍ, Internet está cambiando las reglas de juego, pero ¿qué tipo de cambio es que este?. Si es bueno o malo, se discutió mucho. Esta divergencia es la que ha causado la mayor parte del malestar. Cosmovisión, objetivos, creencias y realidades, hizo que todos entendieran la pregunta de maneras diferentes. Por ejemplo, se podía ver cómo algunos fueron muy Sigue leyendo

Frustração como motivação: Conversando sobre Cultura Digital no Brasil

Sair fora da nossa zona de conforto é assustador. Estamos tão acostumados com nossas rotinas e hábitos, ou pensamos que estamos tendo um momento tão bom do jeito que somos, que qualquer coisa que nos desafia ou ameaça de alterar qualquer de nossas atividades, nos expor ao desconhecido, que poderia ser para melhor ou pior. Isto é ainda mais difícil de enfrentar quando a mudança não implica apenas uma mudança de atividades, mas uma mudança de paradigma, uma transformação na nossa maneira de pensar e entender as coisas.

Parece-me que este era o sentimento sublinhado durante os debates que ocorreram na Segunda Semana de Cultura Digital* em Campinas. O tema da semana deste ano foi: “A Internet pode subverter a ordem?”, o que provocou em cada um dos participantes, a reflexão sobre a nossa ordem atual e que mudanças, se for o caso, a Internet está causando. A maioria dos participantes concordou que SIM, Internet está mudando o campo de jogo, mas, que tipo de mudança é esta, é bom ou ruim, foi muito disputada. Esta divergência foi o que causou a maior parte do desconforto. Visão de mundo, objetivos, crenças pessoais e realidades, fez todo mundo entender a questão de forma diferente. Por exemplo, era possível ver como alguns estavam muito focados em software, Sigue leyendo

Frustration as motivation: Talking about digital inclusion in Brazil

Steeping out of our comfort zone is frightening. We are so used to our routines and habits, or we think we are having such a good time just the way we are, that anything that challenges us or threatens to change any of our activities, expose us to the unknown, which could be for better or worse. This is even harder to face when the change implies not just a change of activities, but a change of paradigm, a transformation in our way of thinking and understanding of things.

It seems to me that this was the underline feeling during the debates occurring in the Second Digital Culture Week* in Campinas. The theme of this year’s week was: “Can the Internet subvert the order?”, which provoked from every one of the participants, to reflect on our current order and what changes, if any, the Internet is causing. Most of the participants agreed that YES, Internet is changing the playfield, but what kind of change is this, is it good or bad, was very much on dispute. This divergence was what caused most of the discomfort. World vision, objectives, personal believes and realities, made everyone understand the question differently. For instance, it was possible to see how some were solely focused on software, others solely on infrastructure, while others were trying to Sigue leyendo

Ser responsável… superar o impulso da moda?

Meus queridos leitores,

A minha nota hoje tem um caráter pessoal. Vem de um desejo de pedir desculpas aos leitores e a mim mesmo, por ter deixado este blog sem atenção por tanto tempo. Mais de uma vez eu tenho rejeitado convites para abrir contas em novas mídias sociais, justamente porque ao refletir, concluo que não tenho a necessidade ou o tempo necessário para ter algum proveito do uso destas ferramentas. Com isto eu gostaria de dizer que mesmo sendo muito atrativo usar uma mídia que todos usas e comentam, eu prefiro usar aquelas que me trazem algum beneficio pessoal. Estes benefícios podem ser: entretenimento (ver vídeos, escutar música), laborais (divulgar meu Curriculo), sentimentais (compartilhar fotos e mensagens com família e amigos), ou outros. Mais criar novos perfis só para ficar na moda, não vai comigo, e prefiro usar meu tempo de outras maneiras.

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Be responsible… overcome fashion impulses?

My dear readers,

My post today is more personal. It belongs to a wish of make amends both to you and myself, for leaving this blog unattended for so long. More than once I have rejected invites to open accounts in new social medias, precisely because after some reflection, I have concluded that I have nor the time neither the need to get some benefits from the use of these tools. With this I mean than, even though it is attractive to get involved in something that everyone is using and talking about, I prefer just to use social media that will bring me some personal benefit. These benefits may be: entertainment (watch videos or listen to music), professional (promoting my CV), emotional (sharing pics and messages with my love ones), among others. Accordingly, opening new accounts to be fashionable, because everyone is doing so, is not appealing to me, I prefer to use my time in different ways. Sigue leyendo

Ser responsable… superar el impulso de la moda?

Mis queridos lectores,

Mi nota hoy es más de carácter personal. Viene de un deseo de pedir disculpas a los lectores y a mi mismo, por dejar este blog sin atención por tanto tiempo. Más de una vez he rechazado invitaciones para abrir cuentas en nuevas redes sociales, justamente porque al reflexionar, concluyo que no tengo la necesidad, o el tiempo necesario para sacar provecho del uso de estas herramientas. Con esto me refiero a que, pese a ser atractivo el hecho de usar un medio que todos usan y del cual todos comentan, yo prefiero solo usar aquellos que me traen algún beneficio personal. Estos beneficios pueden ser: entretenimiento (ver vídeos, oír música), laborales (divulgar mi Currículo), afectivos (compartir fotos y mensajes con mis seres queridos y amigos), u otros. Pero crear nuevas cuentas para mantenerme a la moda, no es de mi agrado, prefiero usar mi tiempo de otras formas. Sigue leyendo