What do we mean with ICT & Gender?

Yesterday I had the opportunity to participate in a discussion about ICT & Gender in the monthly London ICT4D MeetUp. It was hosted by the ICT4D Centre at Royal Holloway, University of London, and counted with almost 40 participants.

Discussions started by a brief “conceptual” introduction by Dorothea Kleine (@dorotheakleine), Director of the Centre, who intended to spike the conversation by pointed out some Gender concepts. As was clearly stated by Dorothea, talking about gender is not a new topic. It started decades ago with a focus on how to include Women in development practices. Back then, the feminist movement pointed out the need to incorporate women and the first attempts were more in the counting side. Sigue leyendo

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Protestar ou não protestar … é realmente este o dilema?

* Peso desculpas se as minhas informações não estão completamente certas, este texto é somente uma opinião pessoal

A maioria de vocês devem ter lido, visto ou ouvido falar sobre os protestos no Brasil. Estar em Campinas,  cidade localizada a 1 hora (aprox.) de São Paulo, enquanto tudo isso está acontecendo, tem sido uma experiência muito interessante, que, de certa forma, reforça alguns dos meus sentimentos anteriores sobre o movimento Occupy, que agora não é tão popular como era há um ano.

Tudo começou com uma reivindicação simples. O Movimento organizado chamado “Passe Livre” – MPL, começou a se queixar dos altos preços do transporte público, que estava prestes a sofrer mais um aumento. Um pequeno grupo começou a protestar e as reações agressivas da polícia e os artigos negativos publicados pela mídia, foram, na minha opinião, algumas das causas do grande incêndio que veio depois. Sigue leyendo

To protest or not to protest… is really that the dilemma??

Most of you must have read, seen or heard about Brazilian protests. Being in Campinas, a city located 1 hour (aprox.) from São Paulo, while all of this is happening, has been a very interesting experience, which in a way, reinforces some of my previous feelings about the Occupy movement, which now is not as popular as it was a year ago.

Everything started with one simple reclamation. The organised Movement called “Passe Livre” – MPL (Free pass in English), started to complain about the high prices of public transportation, which was about to suffer one more raise. A small group started to protest and the aggressive reactions of the police and the negative articles published by the Sigue leyendo

Ser responsável… superar o impulso da moda?

Meus queridos leitores,

A minha nota hoje tem um caráter pessoal. Vem de um desejo de pedir desculpas aos leitores e a mim mesmo, por ter deixado este blog sem atenção por tanto tempo. Mais de uma vez eu tenho rejeitado convites para abrir contas em novas mídias sociais, justamente porque ao refletir, concluo que não tenho a necessidade ou o tempo necessário para ter algum proveito do uso destas ferramentas. Com isto eu gostaria de dizer que mesmo sendo muito atrativo usar uma mídia que todos usas e comentam, eu prefiro usar aquelas que me trazem algum beneficio pessoal. Estes benefícios podem ser: entretenimento (ver vídeos, escutar música), laborais (divulgar meu Curriculo), sentimentais (compartilhar fotos e mensagens com família e amigos), ou outros. Mais criar novos perfis só para ficar na moda, não vai comigo, e prefiro usar meu tempo de outras maneiras.

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Be responsible… overcome fashion impulses?

My dear readers,

My post today is more personal. It belongs to a wish of make amends both to you and myself, for leaving this blog unattended for so long. More than once I have rejected invites to open accounts in new social medias, precisely because after some reflection, I have concluded that I have nor the time neither the need to get some benefits from the use of these tools. With this I mean than, even though it is attractive to get involved in something that everyone is using and talking about, I prefer just to use social media that will bring me some personal benefit. These benefits may be: entertainment (watch videos or listen to music), professional (promoting my CV), emotional (sharing pics and messages with my love ones), among others. Accordingly, opening new accounts to be fashionable, because everyone is doing so, is not appealing to me, I prefer to use my time in different ways. Sigue leyendo

Ser responsable… superar el impulso de la moda?

Mis queridos lectores,

Mi nota hoy es más de carácter personal. Viene de un deseo de pedir disculpas a los lectores y a mi mismo, por dejar este blog sin atención por tanto tiempo. Más de una vez he rechazado invitaciones para abrir cuentas en nuevas redes sociales, justamente porque al reflexionar, concluyo que no tengo la necesidad, o el tiempo necesario para sacar provecho del uso de estas herramientas. Con esto me refiero a que, pese a ser atractivo el hecho de usar un medio que todos usan y del cual todos comentan, yo prefiero solo usar aquellos que me traen algún beneficio personal. Estos beneficios pueden ser: entretenimiento (ver vídeos, oír música), laborales (divulgar mi Currículo), afectivos (compartir fotos y mensajes con mis seres queridos y amigos), u otros. Pero crear nuevas cuentas para mantenerme a la moda, no es de mi agrado, prefiero usar mi tiempo de otras formas. Sigue leyendo

Creando conciencia: hacia un uso responsable de internet

(Versão em português abaixo)

Los beneficios que internet puede traer a nuestras vidas son apreciados por muchos, como el acceso a información, entretenimiento, comunicación, servicios online, entre otros. Oímos hablar de ellos en la televisión, a nuestros amigos, a nuestros gobiernos. Cada vez que vemos a alguien con un nuevo celular con acceso a internet pensamos: “yo también quiero uno!!!”. Pero… ¿cuántos de nosotros hemos parado para pensar realmente en estos beneficios? ¿dónde podemos ver datos que demuestren estos beneficios? ¿Quién y cómo se beneficia gracias al uso de internet?, por otro lado, ¿Será que Internet solo tiene beneficios?.

Es muy fácil dejarse convencer por anécdotas de historias exitosas, o de casos donde internet ha transformado vidas, pero existen estudios que demuestran que internet por sí solo no es la solución de nuestros problemas (discutiremos esto más a fondo en próximas notas), y que además su uso puede traernos nuevas dificultades. Esta nota es sobre esté último punto, relacionado al uso de internet por niños y jóvenes.

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