Inclusión social a través de inclusión digital: El caso de CDI

(versão em português embaixo)

Luego de hablar sobre lo que pienso, ahora un ejemplo…

Tal vez muchos de ustedes conocen la ONG llamada CDI. Nació en Río de Janeiro hace 17 años, y hoy se encuentra en 12 países alrededor del mundo, trabajando para promover inclusión social a través de inclusión digital. Tuve la suerte de colaborar por más de 5 años en su Regional en Brasília, y un corto mes con la Regional en Ecuador, junto a gente maravillosa y comprometida con la idea de que es más importante el desarrollo personal que aprender solamente a usar un programa específico de computador. La metodología de esta ONG está basada en la pedagogía de Paulo Freire, que busca despertar conciencias para que cada persona sea actor de su propio desarrollo.

Y es así que CDI introduce como usar un computador, primero descubriendo que podemos mejorar en nuestro entorno, y a partir de allí, usar el computador, sus programas e internet, como herramientas, insumos, ayudas, para resolver aquel problema identificado. Pero no solo se aprende como usar estas herramientas, el proceso incluye como identificar y racionalizar un problema, proponer soluciones, trabajo en equipo, colaboración, y esto ayuda a mejorar el auto estima, a motivar la participación, a despertar conciencia de que cada uno es responsable de su vida y que además es capaz de proponer  y ejecutar acciones que van a mejorar su vida.

Para mi el programa de CDI es mucho más que inclusión digital (usualmente se entiende a esta inclusión como el tener acceso a un computador y técnicamente saber como usarlo), es percibir que existen unas tecnologías que están allí a nuestro servicio para ser usadas de mil formas. Esta flexibilidad y el posicionamiento de que las tecnologías están a nuestro servicio, más que yo tener que adaptarme a ellas, me parece mucho más poderoso que solo aprender a usar un programa en particular.  Los beneficiarios de CDI no solo obtienen un certificado sobre sus recientemente adquiridas habilidades técnicas, sino que al tener más auto estima, junto a otros valores mencionados anteriormente, pueden presentarse mejor a una entrevista de trabajo o tener el coraje de abrir sus propios negocios, ganan no solo en técnica sino en su desarrollo como seres humanos. Es por esto que para mi CDI promueve desarrollo, trabaja junto a sus beneficiarios para que ellos mismos sean capaces de tomar las riendas de su vida, y que más poderoso que esto!

_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _

Inclusão social através de inclusão digital: O caso de CDI

Depois de ter falado do que eu penso, agora vai um exemplo….

Talvez muitos de vocês conheçam a ONG chamada CDI. Nasceu no Rio de Janeiro faz 17 anos, e hoje se encontra em 12 países ao redor do mundo, trabalhando para promover a inclusão social através de inclusão digital. Tive a sorte de colaborar com eles por mais de 5 anos na sua Regional em Brasília, e em curto mês com a Regional em Ecuador, junto a gente maravilhoso e comprometida com a idéia que é mais importante o desenvolvimento pessoal que aprender somente a usar um software específico de computador. A metodologia que esta ONG está baseada na pedagogia de Paulo Freire, que procura acordar consciências para que cada pessoa possa ser ator do seu próprio desenvolvimento.

E é assim como o CDI introduz o uso do computador, primeiro se descobre o que se pode melhorar no entorno, e a partir dali, se usa o computador, seu software e o internet, como ferramentas, inputs e ajudas, para resolver aquele problema identificado. Mas não só se aprende como usar ditas ferramentas, o processo inclui como identificar e racionalizar o problema, propor soluções, trabalhar em equipe, colaborar, e isto ajuda a melhorar o auto estima, a motivar a participação, e a acordar a consciência de que cada um é responsável pela sua vida e que além de tudo, ele é capaz de propor e executar ações que vão melhorar sua vida.

Pra mim, o programa do CDI é muito mais que só inclusão digital (usualmente se entende esta inclusão como ter acesso a computadores e tecnicamente saber como usar eles), é perceber que existem umas tecnologias que estão ali ao nosso serviço para ser usadas de mil e uma formas. Esta flexibilidade e posicionamento de que as tecnologias estão ao nosso serviço, mais que eu ter que me adaptar a elas, eu acho muito mais poderoso que só aprender a usar um programa em particular. Os beneficiários do CDI não só ganham um certificado sobre as suas recentemente adquiridas habilidades técnicas, se não que ao ter mais auto estima, junto aos outros valores dito acima, podem se apresentar melhor a uma entrevista de trabalho ou ter a coragem de abrir seus próprios negócios, ganham não so em técnica mas também no seu desenvolvimento como seres humanos. É por isto que pra mim o CDI promove desenvolvimento, trabalha junto aos seus beneficiários para que eles mesmos sejam capazes de dirigir as suas vidas, e que mais poderoso do que isto!

2 pensamientos en “Inclusión social a través de inclusión digital: El caso de CDI

  1. A participação de voluntários, como a Sammia, é vital para o nosso crescimento e desenvolvimento, trazendo novas perspectivas, reflexões e sonhos.

    Num momento de grande discussão sobre o acesso as tecnologias de informação e comunicação, há, por outro lado, questões cruciais além de uma simples demanda de acessos e de direitos . É indubitável o avanço tecnológico para as sociedades e empenho para melhorias das pessoas, no entanto, as transformações sociais prescrevem, sobretudo, a partir do desenvolvimento crítico e responsável dessas tecnologias.
    Além de um simples reflexo de exclusão, em parte reflexo das mudanças sociais, a exclusão digital tornou-se um assunto de políticas publicas e campo de atividades de organizações não-governamentais e, desse modo, o trabalho de desenvolver a inclusão digital se alinha na busca de novas demandas de acesso e também, e, principalmente, para potencialidades de comunidades, formando sujeitos ativos que, por ora estigmatizados, trilham novos caminhos nos usos tecnológicos.

    O CDI instiga a capacidade criativa e as potencialidades das próprias comunidades e/ou organizações nelas constituídas, em suas iniciativas sócio-educacionais. E a partir disso, a proposta político-pedagógica de educação popular é, grosso modo, planejar e realizar ações que intencionamos fazer a partir de diretrizes da ação política e pedagógica nas comunidades. A ação política está orientada na expressão do nosso compromisso social, na participação de cada um na sua realidade; e pedagógica, por se articular na formação do cidadão num espaço, pois não há pedagogia neutra de intenções, essas intenções, portanto, fecundadas pelo educador está em problematizar as realidades dos educandos e agir sobre ela.

    Os computadores utilizados para esse trabalho são de doações de pessoas físicas e jurídicas. O CDI recondiciona e cede, as comunidades parceiras, para realização das atividades. Nessa ação atuamos ainda na extensão da vida útil desses equipamentos, postergando seu descarte final, e provocando junto a sociedade uma reflexão sobre o consumo consciente e descarte responsável dos equipamentos eletroeletrônicos.

Responder

Introduce tus datos o haz clic en un icono para iniciar sesión:

Logo de WordPress.com

Estás comentando usando tu cuenta de WordPress.com. Cerrar sesión / Cambiar )

Imagen de Twitter

Estás comentando usando tu cuenta de Twitter. Cerrar sesión / Cambiar )

Foto de Facebook

Estás comentando usando tu cuenta de Facebook. Cerrar sesión / Cambiar )

Google+ photo

Estás comentando usando tu cuenta de Google+. Cerrar sesión / Cambiar )

Conectando a %s